Imputação de Custos

Em jeito de adenda ao artigo do blog vizinho, não é novidade, mas cabe ao fabricante de software resolver esses problemas. Para além disso, apesar de oferecerem aos utilizadores liberdade para a conta 98, na opção mapas, nem sequer podemos imprimir os centros de custos ainda mais desagregados por setor. Seria recomendável essa flexibilização numa próxima atualização. É para isso que as escolas pagam a licença. Para que funcionem bem! E no final do ano, a ver vamos quando for o encerramento de contas se também corre bem.

Artigo do Blog Assistente Técnico

http://assistente-tecnico.blogspot.pt/2016/09/problema-comum-no-centro-de-custos.html

Liberdade de Escolha

O tema já esteve mais na moda, mas ainda mexe. Muita volatilidade no discurso político, mas de acordo com os dados do IGeFE, o certo é que a verba inscrita para 2016 para o ensino particular e cooperativo é de 222.200.000€ (sem contar com transferências relativas a Educação e Formação de Jovens e Ação Social Escolar), ou seja, segundo o referido organismo, um acréscimo de 19,0% face ao Orçamento Corrigido de 2015 e de 25,1% face às dotações iniciais de 2015!

Ou seja, para tanta retórica sobre a duplicação de custos com o privado, a coisa começa bem, a ver vamos a execução de 2016, sobre as tão apregoadas poupanças, mas uma coisa é certa, isto começou muito bem!

A Paródia continua…

À semelhança de um concurso anterior, cuja teoria das probabilidades acertou em cheio (Teoria das Probabilidades), o mais recente procedimento concursal promovido pelo IGeFE ganha contornos mais interessantes tendo em conta que a convocatória para a prova de conhecimentos nem sequer foi publicada na respetiva página eletrónica, quanto mais não fosse por uma questão de publicitação (embora a notificação possa ser feita pelos meios previstos na lei). Será que querem esconder alguma coisa ou foi apenas puro esquecimento?

A segunda parte mais interessante consiste nos links dos resultados obtidos. À data de 20/09/2016, se clicarem nos links diretamente estes nem abrem, o que só conseguirão fazer se clicarem com o botão direito do rato e abrirem num novo separador ou ainda com o botão direito fizerem “guardar como”. Estranhas coincidências, ou não…pronto, ok foi um lapso informático…

Parafraseando Gary Lineker, o jogo demora 90 minutos e no final ganha sempre a Alemanha e assim sendo, ainda que decorridos 45 minutos, neste caso concreto, a única certeza e já que existiram estas habilidades, convém referir que ainda antes de saírem os resultados da entrevista profissional de seleção e a própria lista unitária de ordenação final é, para a referência 2, já termos um resultado final garantido, não a Alemanha, mas antes uma baixa alentejana: Lucília Maria Marques Ramos. Aplicando a teoria das probabilidades, a mesma é de 100%! Será isto o conceito de duplo cabimento baixo alentejano? Daqui a mais o IGeFE vai parecer um repositório de alentejanos originais ou imigrados para o 2º alentejo português…Parece denotar grandes skills em assessoria sendo que dá impressão que até a Lua anda a dormir no assunto…

A questão que se coloca é: para quê fazerem estes simulacros? Podiam fazer um concurso interno para quem já lá está em mobilidade interna, como é o caso em concreto e pronto. Em função destes dois últimos procedimentos concursais é fundamentado desconfiar destas listas unitárias de ordenação final…

Acresce ainda o facto de termos a grande Petra como membro do Júri. Queimar pessoas, só para salvar a própria pele pode ser de facto contagioso e poderá, quiçá, ser a única coisa que a mesma poderá partilhar em termos de conhecimentos e de pseudo-liderança organizacional. Portanto, se concorrerem ao IGeFE é altamente aconselhado usar um preservativo à base de algum estatuto prévio. Diria mais: altamente recomendado!